segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Assentos (1732-1840): Carrancas (Batizados e Matrimônios) & Lavras (Batizados)

Assentos (1732-1840): Carrancas (Batizados e Matrimônios) & Lavras (Batizados). Original datilografado por Ary Florenzano em Lavras, abril de 1957. Versão digitada e índice onomástico criado por José Aleixo Garcia de Carvalho, dezembro de 2020.

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Os Bueno da Fonseca

Os Bueno da Fonseca: Descendentes de Amador Bueno, o aclamado “Rei de São Paulo”.  Aditamentos à “Genealogia Paulistana”, IV, 433, n. 2-4, por Ary Florenzano. Publicado originalmente por Salvador de Moya no “Anuário Genealógico Brasileiro”, VI, 55-209 (1944). Versão digitada e índice onomástico criado por José Aleixo Garcia de Carvalho, julho de 2020.

sábado, 25 de setembro de 2021

História da Biblioteca Pública Municipal de Lavras




Poucos lavrenses sabem, mas um dos primeiros bibliotecários de Minas Gerais, pelos idos de 1828, foi o padre Francisco de Assis Brasiel, que atuava na Livraria Pública de Vila de São João del-Rei, fundada pelo jornalista Baptista Caetano d’Almeida. Brasiel era um sacerdote mulato e gordinho, apelidado por “Padre Tutu”, e foi figura importante nos primeiros tempos da vila de Lavras, onde fora professor e promotor público.

Em 1908, foi inaugurada a biblioteca do Grupo Escolar de Lavras pelo prof. Firmino Costa. Nas palavras do ilustre professor, “a leitura talvez seja o melhor remédio contra os passatempos que atiram os homens fora da estrada do dever” e, por isso, a biblioteca escolar tinha a característica de ser também aberta a toda comunidade lavrense.

Ainda na primeira metade do Século XX, existia já uma biblioteca pública lavrense, que foi reorganizada e ampliada em 9 de dezembro de 1949 através de uma campanha promovida pela Sociedade dos Amigos de Lavras, cujo setor educativo era dirigido pela prof.ª Meirinha Botelho, auxiliada pelas professoras Nely Grego e Ester Pereira de Carvalho. Esta biblioteca ficava no prédio da prefeitura municipal, atual Casa da Cultura, sendo posteriormente transferida para as dependências do Instituto Gammon.

domingo, 29 de agosto de 2021

Comendadores da Imperial Ordem da Rosa

José Esteves de Andrade Botelho e José Jorge da Silva foram os dois principais líderes políticos lavrenses no Século XIX -- o primeiro pelo Partido Conservador, o segundo pelo Partido Liberal.

Apesar da rivalidade durante a Revolução de 1842, eram adversários cordiais, cooperando para a prosperidade municipal através de projetos como o da navegação a vapor.

As boas obras de ambos foram reconhecidas pelo imperador d. Pedro II, que os dignificou como oficiais da Imperial Ordem da Rosa. Eis o motivo de José Esteves ser mais conhecido como comendador, conforme nome de importante rua lavrense. Por outro lado, José Jorge, apesar de também ser comendador, preferia  ser reconhecido pelo título de doutor, uma vez que era bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra.