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sábado, 20 de junho de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
Teatro Municipal (1862-1917-1962)
Em 1862, foi inaugurado em Lavras, o Teatro SANT'ANA. Anos mais tarde, o sr. Francisco Pizzolante arrendando o imóvel que pertencia à prefeitura, reformou e construiu o Teatro Municipal, uma réplica do Scala de Milão.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
Cronologia da Escola Agrícola / ESAL / UFLA
EFEMÉRIDES DA UFLA
1907 - Benjamin Hunnicutt chega ao Brasil para implantar a Escola Agrícola.
1908 - É fundada a Escola Agrícola de Lavras.
1909 - É inaugurado "O Prédio" no recinto do Instituto. A Escola Agrícola de Lavras importa dos Estados Unidos a raça de porcos Duroc-Jersey.
1910 - Pelo decreto 8319, de 20 de Outubro é regulamentado, pelo Governo Federal, o ensino agrícola.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
A importância da fundação de uma Escola Agrícola
"O que necessitamos mais, porém, no desenvolvimento do ramo industrial de nosso trabalho, é fundar uma Escola Agrícola. O Brasil é essencialmente um país agrícola, e Minas e os estados limítrofes têm a principal fonte de sua riqueza nos produtos do solo. Por isso o que mais preocupa os homens de Estado é a questão agrícola.
Vistas estas coisas e nossa vontade de cooperar mais eficazmente para o engrandecimento do país, desejamos ardentemente organizar, como parte importante de nosso trabalho industrial, uma modesta Escola Agrícola. Onde há um moço que se destina a uma carreira literária, há cinco ou dez que desejam se preparar para a vida de lavrador. Desejamos, pois, proporcionar a estes rapazes, meios de se prepararem convenientemente para a vida de agricultor.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
O vapor Dr. Jorge
O Vapor Dr. Jorge, era pequeno cargueiro que recebeu o nome de Dr. Jorge em homenagem prestada ao Dr. Jorge da Silva, pelos seus meritórios serviços e constante dedicação em prol da navegação do Rio Grande.
A navegação do Rio Grande se deu em 19 de dezembro de 1880 mas somente teve começo regular em janeiro de 1881, fazendo o vapor "Dr. Jorge", uma viagem semanal entre Ribeirão Vermelho, próximo a Lavras, e as proximidades da Cachoeira Bocaina, no município de Piumhi, pontos onde havia estações.
quarta-feira, 25 de março de 2015
Sobre a tragédia e feiúra da urbanização de Lavras: tradições seculares (1903, 1925)
"O aspecto de muitas ruas é entristecedor, cortadas aqui e ali de falhas nas edificações, ladeadas de muros velhos e de terrenos em abandono ou tapados de cercas grosseiras e mal alinhadas (...). É uma falta de esmero do gosto que entre nós ainda não penetrou, de esmero pelo aspecto exterior das nossas habitações"
(Álvaro Botelho).
Fonte: Relatório apresentado à
Câmara Municipal de Lavras, 1903, p. 17.
* * *
quarta-feira, 18 de março de 2015
Lavras vai à Guerra! (1917)
Eis a curiosa manchete do jornal lavrense "O Município" sobre a Declaração de Guerra pelo governo do presidente Wenceslau Braz à Alemanha em 1917: "Combate ao analfabetismo e aos bárbaros!"
Sabe-se que a contribuição brasileira na I Guerra Mundial foi modesta, porém o país ficou no lado dos vencedores. Não obstante, a "guerra ao analfabetismo" já dura quase cem anos com mais derrotas que vitórias...
Após a Declaração de Guerra de 1917, chegou a ocorrer em Lavras convocações e alistamentos de soldados, que não chegaram a entrar em combate. Data desta época a criação do "Tiro de Guerra", a Escola de Instrução Militar instituída em 7 de março de 1916. Uma curiosidade: terminado o conflito, o excedente dos recursos destinados ao treinamento militar acabou sendo usado para criar o primeiro estádio de futebol do Lavras Sport Club, o atual campo da Olímpica.
sábado, 14 de março de 2015
Saudades da Monarchia (1914)
Folha de Lavras. Lavras, Ano XXI, n. 919, 13 set. 1914
Saudades da Monarchia...
Republica é, não ha negar, o regimen de governo idéal para os povos fortes e Moraes, cujo gráu de civilização coincida com uma índole ordeira e intelligente, talcomo se dá com a Repubica dos Estados Unidos da America do Norte, o unico governo republicano organisado e forte no mundo.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Colônia Italiana em Lavras (1909)
Segue uma nota do jornal Folha de Lavras, de 14 de fevereiro de 1909.
A colonia Italiana de Lavras, confiadonos sentimentos humanitarios nunca desmentidos do povo que a hospeda, supplica-lhe um socorro para sobreviventes da grande catastrophe da Calabria e Sicilia, que enlucteceu a Italia, e encheu o mundo de piedade e horror.
A colonia Italiana de Lavras, confiadonos sentimentos humanitarios nunca desmentidos do povo que a hospeda, supplica-lhe um socorro para sobreviventes da grande catastrophe da Calabria e Sicilia, que enlucteceu a Italia, e encheu o mundo de piedade e horror.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
O Entrudo: o Carnaval Lavrense (1896)
Como era o carnaval de Lavras, exatos 116 anos atrás? Vejamos o que diz o jornal "Cidade de Lavras", n. 106, de 23 de fevereiro de 1896:
Os folguedos carnavalescos, este anno, transformaram-se em folguedos aquaticos.
Apenas uma meia dizia de mascaras deram o ar de sua graça no ultimo dia de carnaval.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Crise na Educação (1895)
A Faísca. Perdões de Lavras, Ano II, n. 54, 11 ago. 1895
As Escolas
Ninguem ignora que nossas escolas estão quasi abandonadas, tal é o descaso da maioria dos professores no concernente ao adeantamento e á moralidade dos alumnos. Ellas estão quasi todas entregues a uns sinecuristas que parecem terem em vista mais cabalar a favor dos candidatos da chapa governamental do que ensinar meninos.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Lavras do Funil, a Cidade do Rio Grande? (Projeto de Lei de 1859)
Há exatos 155 anos ocorreu na Assembléia Provincial em Ouro Preto uma sessão que potencialmente poderia alterar a história de Lavras. Conforme se lê nas páginas do Correio Oficial de Minas, Ano III, n. 246, de 16 de maio de 1859, no dia 5 daquele mês foi levado à discussão um projeto de lei que propunha a elevação da vila de Lavras do Funil à categoria de cidade, com o nome de Cidade do Rio Grande.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Sete Orelhas, herói bandido
Fonte: G1
14/08/2012 14h02 - Atualizado em 14/08/2012 15h13
‘Sete Orelhas, herói bandido’ vira documentário e é exibido na região
Trabalho audiovisual remonta história da lenda de São Bento Abade (MG)
Personagem é um dos mais importantes da história regional.
A lenda do Sul de Minas, Januário Garcia Leal, o ‘Sete Orelhas’ tem a história contada em um documentário, com exibições programadas nesta semana na região.
“Sete Orelhas, herói bandido”, título do documentário, conta a história do homem que protagonizou uma história marcada por muito sangue, no século XVIII, quando Minas Gerais ainda era uma capitania da Coroa Portuguesa.
A lenda diz que para vingar a morte do irmão, causada em uma briga por demarcação de terras, que hoje ficam em São Bento Abade (MG), levou Januário a fazer justiça com as próprias mãos. Foi quando ele arrancou as orelhas das sete pessoas envolvidas no crime.
‘Sete Orelhas, herói bandido’ vira documentário e é exibido na região
Trabalho audiovisual remonta história da lenda de São Bento Abade (MG)
Personagem é um dos mais importantes da história regional.

A lenda do Sul de Minas, Januário Garcia Leal, o ‘Sete Orelhas’ tem a história contada em um documentário, com exibições programadas nesta semana na região.
“Sete Orelhas, herói bandido”, título do documentário, conta a história do homem que protagonizou uma história marcada por muito sangue, no século XVIII, quando Minas Gerais ainda era uma capitania da Coroa Portuguesa.
A lenda diz que para vingar a morte do irmão, causada em uma briga por demarcação de terras, que hoje ficam em São Bento Abade (MG), levou Januário a fazer justiça com as próprias mãos. Foi quando ele arrancou as orelhas das sete pessoas envolvidas no crime.
domingo, 28 de setembro de 2014
Embarcações antigas em Ribeirão Vermelho
Fonte: Folha
A forte seca que castiga o sul de Minas Gerais revelou um capítulo da história escondido durante décadas debaixo de uma lâmina de água.
Até o fim dos anos 1940, a pequena cidade de Ribeirão Vermelho (a 223 km de Belo Horizonte) registrava intenso movimento de embarcações.
Dezenas de navios rumavam pelo rio Grande carregados de cereais numa linha comercial de 208 km que ligava o município à cidade vizinha de Capetinga.
Na época, a alimentação, a comunicação e até encontros românticos dependiam dos navios a carvão.
sábado, 2 de agosto de 2014
Vídeo: Antiga balsa de Macaia (2002)
Antes da implantação da Usina de Funil, os moradores da comunidade de Macaia e os usuários da MG-335 utilizavam balsas para a travessia do rio Grande.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
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